Bem vindos!!!!


Propomos aqui uma reflexão e uma discussão sobre como construir um aprendizado. É preciso ensinar a aprender, ou seja,  incorporar um conjunto de valores instituídos de comprometimentos e conhecimentos profissionais, tecnológicos, de comunicação, sócio educacional e cultural, socioambiental, democrático e humano, isso envolve saberes didáticos pedagógicos de ação docente de domínio de conhecimentos e  principalmente gostar do que está ensinando.

Esse objeto de aprendizagem foi construído pelos discentes Bruno Lima, Cristina Soares, Daniela Bulcão, Elaine Campos, Erick Farias, Giselia Marques, Isabela Araújo, Maristela Oliveira, Raema Nascimento, Rosiane Mercia, Vasti Damasceno e Valber Teixeira, sob orientação da docente Bárbara Coelho responsável pela disciplina Educação e Tecnologia da Informação e Comunicação do Curso de Pós Graduação em Docência do Ensino Superior da Faculdade da Cidade do Salvador.

 

Educação para todos e todas 

A educação é um direito humano fundamental em si mesmo. A educação é essencial para o desenvolvimento humano e para garantir o gozo de outros direitos.

No entanto, o livre acesso à educação já não é considerado suficiente para garantir o direito à educação. Outros três requisitos devem ser tomados em consideração:

Oportunidades iguais: O Estado deve garantir não só o acesso igual mas oportunidades iguais para se ser bem sucedido(a). Isso significa que algumas crianças podem precisar de mais apoio e de condições especiais. As crianças surdas, por exemplo, têm o direito às condições necessárias de apoio à sua aprendizagem, como Língua Gestual, auxiliares auditivos e intérpretes quando preciso.

Educação de qualidade: O Estado deve garantir o acesso igual a uma educação de qualidade. Frequentemente, existem dois tipos de escolas: de elite, com pessoal de alta competência e profissionalismo e infra-estruturas de elevada qualidade; e para os pobres, sem os recursos humanos e materiais adequados.

Educação para o pleno desenvolvimento humano: todos e todas temos o direito a uma educação que não seja apenas aprender a ler, escrever e calcular. A Declaração Universal dos Direitos Humanos afirma explicitamente que a educação deve “visar à plena expansão da personalidade humana e ao reforço dos direitos do homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos (…)”.

A educação é em si mesmo um direito e um dever. Para compreender melhor a obrigatoriedade da educação e a sua importância é importante confrontar as crianças com a realidade de outras crianças que não têm acesso à educação e constatar como essa privação pode afectar as suas vidas no presente e futuro.

http://www.grupodonadoni.com.br/educacao.html


O construtivismo não é um método de ensino. Construtivismo é uma teoria a respeito do aprendizado. Quem adotou e tornou conhecida a expressão foi uma aluna de Jean Piaget, a psicóloga Emília Ferreiro, nascida na Argentina em 1936. Partindo da teoria do seu mestre, ela pesquisou o processo mental pelo qual as crianças aprendem a ler e a escrever, colocando o nome de construtivismo na sua teoria. Emilia Ferreiro se restringiu a desenvolver uma teoria científica. No Brasil, a partir da década de 80, escolas começaram a utilizar o construtivismo em sala de aula, e mudaram a forma de alfabetizar as crianças. No Brasil, o construtivismo começou a ser aplicado metodicamente na primeira Escola Novo Horizonte e depois na Escola da Vila, em São Paulo.

No construtivismo existe um sujeito que conhece e o conhecimento se constrói pela ação desse sujeito, sendo que, o ambiente tem um papel muito intenso nessa atuação de construção de ocorrências de aprendizagem dentro das quais o educando vai produzir seu saber.

No princípio, o nome construtivismo se aplicava só à teoria de Emilia Ferreiro. Essa teoria priorizou aos educadores a base científica para a formulação de novas propostas pedagógicas de alfabetização sob o prisma da lógica infantil. Em síntese, as crianças não aprendem do jeito que são ensinadas. Conhecer e construir são ações que necessitam de projetos de assimilação e acomodação, num procedimento estável de reorganização, que é fruto da presteza daquele que interage com o mundo. Analisada por esse ângulo, uma ação docente construtivista se baseará nas condições concretas do aluno, no conhecimento dos momentos de seu desenvolvimento em afinidade aos esquemas de elaboração mental, respeitando os seus pontos de partida e a sua individualidade dentro do contexto coletivo em que está inserido.

Destacamos que o Construtivismo é uma das correntes teóricas compelidas em explicar como a inteligência humana se desenvolve tendo como subsídio o desenvolvimento da inteligência alicerçado pelas interações entre o ser humano e o meio, incluindo as idéias de descobrir, inventar, redescobrir, criar.

No Construtivismo a importância do que se faz é igual ao como e porque fazer, buscando delinear os diversos estágios por que passam os indivíduos na ação de aquisição dos conhecimentos, de como se desenvolve a inteligência humana e de como o indivíduo se torna autônomo. O Construtivismo parte da idéia de que nada, está pronto e acabado, e o conhecimento não é algo terminado, destacando o papel ativo da criança no aprendizado, onde os conhecimentos são construídos pelos alunos mediante o estímulo ao desafio, ao desenvolvimento do raciocínio, à experimentação, à pesquisa e ao trabalho coletivo.

Porém, existe uma polêmica entre Telma Weisz (construtivismo) e Fernando Capovilla (método fônico). O método fônico baseia-se no aprendizado da associação entre sons e letras e usa textos produzidos designadamente para a alfabetização. O construtivismo não prioriza essa associação e trabalha com textos que já façam parte do mundo infantil. O que sabemos é que embate entre os dois métodos de alfabetização está intenso. Nossa opinião é que qualquer que for o procedimento pedagógico, o que interessa é que a metodologia possa interagir com as reais necessidades de conhecimento dos alunos em cada momento do seu aprendizado.

Amélia Hamze
Prof FEB/CETEC
FISO-ISEB Barretos
ahamze@uol.com.br

http://educador.brasilescola.com/gestao-educacional/construcao-da-aprendizagem.htm





OS DESAFIOS DO EDUCADOR DO ENSINO SUPERIOR NO SÉCULO XXI 

Estamos na era da informação e das mudanças sociais em que se faz necessário acompanhar às transformações do mundo globalizado. Vivemos atualmente à sociedade do conhecimento, e isto, impacta em profundas mudanças na Educação desde a sua base à Educação Superior.

A universidade compreende um espaço institucional, superior, de preparação para formação do conhecimento e aceitação às mudanças. Os desafios do educador do ensino superior no século XXI, estão focados numa reinstrumentalização do saber, em que o foco principal é o indivíduo, o cidadão, e não o mercado.

O Ensinar e Aprender requer bagagens indispensáveis ao docente como a criação de sua identidade profissional e isso requer autonomia, competência e sabedoria no agir e aplicar conhecimentos através de fórmulas estratégicas de integração e de troca de informações para desenvolver ações pautadas na humanização, na escuta e na pesquisa que possibilitem interferir sobre a realidade para  um melhor aprendizado na formação do conhecimento e entendimento do novo.

Conhecer a disciplina e os seus conteúdos, gostar de ensinar, são critérios fundamentais para o docente ter o dominio do conhecimento e possibilita a criar uma metodologia de ensino buscando entender a educação superior e a sociedade numa visão de mundo, de ser humano e de cultura.  Ter ação política e solidária informando aos alunos as mudanças no campo profissional, as expectativas no exercício da profissão baseadas numa visão ética, social e positiva, não só contribui para a sua orientação como sujeito inserido no processo educativo e de conhecimento, como também, para a sua visão crítica, para a construção de sua identidade profissional, de sujeito e de indivíduo social, refletindo positivamente para  o seu bem estar e condições mais justas de vida em sociedade.

“Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender” (Freire, 1996).

O século XXI concretiza uma autêntica relação de parcerias entre professores e alunos que influenciam a interação política, social, cultural e humanista de sujeitos inseridos num esforço coletivo do “ensinar e aprender”, ou, “ensinar a aprender”, a ser, a conviver, a dividir, a participar, a escutar, a entender (…), requisitos necessários e importantes para a reflexão do aluno e sua  tomada de consciência.

Raema Nascimento.  Graduada em Serviço Social pela Universidade Salgado de Oliveira, BA,  Pós-graduanda em Docência do Ensino Superior, Faculdade da Cidade do Salvador, 2012. Email: rrae@ig.com.br

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REFERÊNCIAS:

ROCHA, Nívea Maria Fraga e GUIMARÃES, Maria José Bacelar. Educação, Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social: Fazendo recortes na multidisciplinaridade. Salvador: Fast Design, 2009.

PEREIRA, Raema Nascimento. O desafio docente no despertar para a consciência do individuo: monografia apresentada à disciplina Desenvolvimento Humano e Aprendizagem na Pós-Faculdade da Cidade Salvador, 2012.

PINTO, Maria das Graças C.da S. M. Gonçalves. A Docência na Educação Superior: Saberes e Identidades. UNISINOS/Unifra – GT: Didática / n.04. Disponível em www.anped.org.br/reunioes/28/textos/gt04/GT041245Int.rtf.


Essa menina canadense de apenas 13 anos de idade calou o mundo em apenas 6 minutos…. Realmente incrível esse vídeo….Conferencia mundial realizada no Rio de Janeiro.

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